Ranking 2025: Os 10 maiores supermercados de Pernambuco faturam R$ 16,3 bilhões
Levantamento da Abras revela domínio do novo gigante regional e crescimento das redes locais no mercado pernambucano
O setor supermercadista de Pernambuco consolidou em 2025 uma força econômica expressiva, com as dez maiores empresas sediadas no Estado atingindo um faturamento conjunto de R$ 16,3 bilhões. Os dados, que fazem parte do Anuário da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), apontam para uma liderança isolada do Novo Mateus, empresa que surgiu da fusão estratégica entre as operações do Novo Atacarejo e do Grupo Mateus em solo pernambucano e estados vizinhos.
O destaque absoluto do ranking é o Novo Mateus, que sozinho faturou R$ 12,5 bilhões no último ciclo. A rede agora ocupa o posto de nona maior do Brasil, consolidando o modelo de atacarejo como a principal escolha de consumo no estado. A fusão permitiu um ganho de escala sem precedentes na região, permitindo que a marca lidere com folga o mercado local.
Na segunda posição, o Supermercado da Família registrou uma receita de R$ 1,3 bilhão, seguido pelo Bonanza Supermercado, tradicional rede do Agreste pernambucano, que faturou R$ 673 milhões. A lista segue com o Supermercado Fenix (R$ 453 milhões) e o Econômico Comércio de Alimentos (R$ 426 milhões), fechando as cinco primeiras posições.
O faturamento bilionário reflete a resiliência do setor varejista alimentar, que em todo o país ultrapassou a marca de R$ 1,1 trilhão em receitas no ano de 2025. Em Pernambuco, as redes de médio porte também mostram vitalidade. O ranking das dez maiores inclui ainda Karne Keijo (R$ 255 milhões), Supermercado Boas Compras (R$ 237 milhões), J&A Supermercado (R$ 144 milhões), Veneza Supermercado (R$ 143 milhões) e o Mercadinho D. Helder (R$ 140 milhões).
Abaixo, os números detalhados do faturamento das 10 maiores redes sediadas em Pernambuco:
- Novo Mateus: R$ 12,5 bilhões
- Supermercado da Família: R$ 1,3 bilhão
- Bonanza Supermercado: R$ 673 milhões
- Supermercado Fenix: R$ 453 milhões
- Econômico Comércio de Alimentos: R$ 426 milhões
- Karne Keijo: R$ 255 milhões
- Supermercado Boas Compras: R$ 237 milhões
- J&A Supermercado: R$ 144 milhões
- Veneza Supermercado: R$ 143 milhões
- Mercadinho D. Helder: R$ 140 milhões
A presença de 16 redes do Nordeste entre as 100 maiores do Brasil reforça a relevância da região para o varejo nacional. Em Pernambuco, o cenário de 2026 deve ser marcado pela expansão física dessas marcas, que buscam capilaridade tanto na Região Metropolitana do Recife quanto no interior, onde a disputa por preços competitivos tem impulsionado a modernização das lojas e a eficiência logística.
